Sobre “Ligações Perigosas” e alguns esclarecimentos sobre violência contra a mulher

Boa tarde!

Hoje é o último dia da minissérie de 10 capítulos da Rede Globo, Ligações Perigosas, que é baseado em um clássico literário francês de um drama histórico, “As ligações perigosas”. Também teve um filme de de 1988, ou seja, conta uma realidade social de final do século XX.

O objetivo desta resenha não é falar sobre o filme, ou sobre as peculiaridades da minissérie (que por sinal estou adorando, foi muito bem produzida e tem um elenco incrível), mas sim debater um pouco sobre uma questão muito em voga nos últimos tempos no Brasil, que é a violência contra a mulher. E você quer saber o que eu posso retirar disso da minissérie Ligações Perigosas? Prossiga a leitura.

Contextualizando uma realidade… no caso da minissérie temos uma sociedade brasileira de início do século XX, ambientada em Vila Nova, no litoral paulista.

Cecília é uma menina típica de uma classe média alta. Educada em um convento, Cecília passa grande parte da sua vida lá, mas sai para casar obrigada pela mãe, Yolanda, com Heitor, um homem muito mais velho, porém bem sucedido, que sua mãe considera ser um bom partido para ela.

Tendo em vista só o parágrafo acima devemos considerar que uma menina criada em um convento, no início do século XX no Brasil, por mais que tenha saído de lá na adolescência, é, na realidade, uma criança. Obviamente seus conhecimentos a cerca de sexualidade, relações, romances e afins não era muito vasto, ficando apenas no âmbito da imaginação.

Sua tia Isabel, uma mulher rica, poderosa, era amante de Heitor e fica furiosa ao se ver trocada por uma menina mais nova. Para se vingar e atingir seu ex-amante, ela resolve usar Cecília, para Heitor não se casar com uma menina “casta”, para ele não ter essa satisfação. Com esse intuito, primeiramente ela usa Felipe, um jovem rapaz professor de música, para se aproximar de Cecília e fazer com que a menina se apaixone. Objetivo concluído. Ao perceber que os dois se restringem ao sentimento puro do romance juvenil da época, Isabel pede ajuda de Augusto, um bon vivant, que também é seu amante, para seduzir e desvirginar Cecília.

Vamos chegar a cena de debate: Augusto adentra o quarto de Cecília enquanto a menina dorme, para entregar cartas de Felipe. A menina acorda e se prepara para responder ao amado. Enquanto ela escreve, Augusto passa a mão em seu corpo. A menina se assusta e diz que vai gritar e chamar pela mãe. Augusto responde que não será de bom tom uma menina noiva receber um homem em seu quarto na calada da noite. Cecília pede para ele ir embora, ele diz que só irá se conseguir um beijo, afirmando que ensinará a menina a beijar, pois ele não se vê satisfeito com um rápido selinho que Cecília lhe dá. Os dois se beijam. Primeiro ele a beija e depois ela o beija repetindo o manual ensinado. Ele pede para ele ir embora e ele não vai. Joga a menina na cama e tampa sua boca. Ele começa o ato sexual. A menina começa a chorar. Ele pergunta se ele a está machucando e ela responde que não, coagida. Ele diz: “Você sabe que a última coisa que eu quero é te machucar”. Cecília concede e ao final da cena demonstra estar sentindo prazer.

E aí começamos a nossa discussão em si… os telespectadores em geral se concentram na parte “ela sentiu prazer” e parecem ignorar todo o resto da cena, que incluem um homem mais velho assediando uma menor, este homem a assustando, a chantageando e usando de força bruta para fazê-la ceder. E as pessoas se concentram na parte do “ela sentiu prazer”.

Gostaria de voltar na questão que Cecília NÃO SABIA O QUE IA ACONTECER. E nem o que estava ACONTECENDO. Ela estava absolutamente perdida diante da situação por sua inexperiência. Foi francamente manipulada durante várias cenas pela tia e pelo próprio abusador. O fato de ela ter sentindo prazer ao final, não anula todo o resto e a forma como foi feito. E outra: Por que as pessoas no geral teriam mais prazer em vê-la sofrer no ato? Já não basta todo o conteúdo? Uma menina (menina mesmo), obrigada a casar com um homem muito mais velho, manipulada pela tia, e abusada por um homem.

No decorrer dos capítulos Cecília começa a se “aproveitar” dessas situações com Augusto para virar mais mulher e realmente gosta. Inclusive a tia começa a perceber um padrão no comportamento da menina: de tímida, para ousada. De inocente, para esperta. É absolutamente natural que uma situação como aquela a modificasse plenamente.

O que precisamos parar para pensar e é essa a minha intenção com esse texto é sobre algo chamado naturalização da violência. E o quanto nós, seres humanos, estamos acostumados a julgar mulheres quando a culpa não é delas. Cecília nesse caso é vítima e se aproximando do último capítulo ela percebe o quanto sua tia a envenenou e manipulou.

Não precisamos nos considerar “feministas” para pensar meramente sobre um assunto como esse, mas podemos pensar o quanto o feminismo é importante justamente para debatermos esses assuntos de forma embasada.

Precisava escrever esse texto. Augusto não a seduziu, como inclusive vinhetas da minissérie escreveram. Ele a estuprou. Ponto final.

Apesar de não estar dentro do tema discutido, gostaria de ressaltar a brilhante interpretação da atriz Marjorie Estiano (Mariana), a amante de Augusto por quem ele realmente se apaixona.

Ligações-Perigosas-Logo

Informações finais:

Cecília – Alice Wegmann.

Iolanda – Lavínia Pannunzio.

Heitor – Leopoldo Pacheco

Isabel – A gloriosa Patrícia Pillar

Felipe – Jesuíta Barbosa

Augusto – O glorioso Selton Mello

 

Anúncios

Os números de 2015

Bom dia meus queridos amigos e quem sabe leitores (rs). Esses são os números e as marcas que o blog alcançou no ano de sua estréia, 2015. Acho muito justo compartilhar essa informação com vocês, pois fiquei surpresa com alguns tópicos. Não sabia que o blog tinha recebido esse feedback, que para a estréia, achei tão positivo.

Apesar de algumas pausas no percurso, gostaria de agradecer a todos que dedicaram um tempinho do seu dia para ler alguma opinião desta mera cidadã, mãe e pessoa do Brasil. RsRsRs

Algo que me chamou a atenção, é que os posts mais acessados e lidos foram os relacionados a culinária. Isso tem muito a dizer da forma como estou escrevendo esses posts e como também estou escrevendo os posts das outras categorias (Letras e Artes).

Quem quiser deixar sua dica, comentário, crítica ou sugestão, pode me escrever, que lerei com o maior carinho!

Espero que em 2016 estejamos mais juntinhos!

Aqui está um resumo:

Um bonde de São Francisco leva 60 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 830 vezes em 2015. Se fosse um bonde, eram precisas 14 viagens para as transportar.

Clique aqui para ver o relatório completo

Sobre a primeira temporada da série #jessicajones

Boa tarde!

Ultimamente tenho escrito muito na categoria “Artes”. Acho que é fase. Tem momentos que estamos mais inclinados para algumas coisas e não tanto para outras. Quem tiver alguma sugestão de assunto para qualquer uma de nossas categorias é só deixar um comentário.

Como vocês bem sabem, eu só faço meus comentários depois que assisto (no caso de série), ouço (no caso de música), faço receita (no caso de culinária), para poder passar minha percepção pessoal para vocês, mesmo que seja algo que já esteja bombando de opiniões na internet.

Antes de prosseguir a leitura, aviso que pode ter algum spoiler! Se for o caso, assista e depois leia 🙂 sugestão.

p12123982_b_v7_ab

Terminei de assistir a primeira temporada da nova série pipoca do netflix, Jessica Jones. Só posso dizer que AMEI, ADOREI, ACHEI SENSACIONAL! HAHAHA. Tinha comentado na fanpage de “Letras, Artes e Panelas” que eu achava que iria detestar por ser  da Marvel. Não gosto muito dos super heróis fantasiados que voam e que tem poderes inimagináveis. Eu prefiro heróis de carne e osso, mais aproximados de nós. E creio que a Jessica Jones é isso. Uma mulher de fibra, forte, com alguns super poderes, é verdade, mas que sangra, é humana.

Jessica é uma investigadora pessoal que tem um passado que a assombra e que tenta esquecer, por meio de bebida e de isolamento. Seu sucesso na profissão tem muito a ver com as potencialidades que ela não se preocupa muito em esconder, que basicamente é ser muito, muito, muito forte e dar saltos razoáveis. Como os EUA estão acostumados aos Vingadores, por exemplo, essas características passam meio despercebidas e ela consegue levar uma vida relativamente normal. Entretanto, o caso de desaparecimento de uma menina, Hope Shlottman, a faz ficar frente a frente com um homem que lhe causou muitos traumas. É o vilão da série, Kevin, mais conhecido como Kilgrave, que tem o incrível poder de controlar a mente das pessoas.

Temos três personagens secundários muito bons: sua melhor amiga e irmã de consideração Trish Walker, o “par romântico” de Jessica, que também carrega alguns poderes, Luke Cage; e o policial Simpson, que ganha dimensão e espaço no decorrer dos episódios.

Outros personagens como Malcoml, o vizinho de Jessica e a advogada Jeri Horgarth também tem muita importância para a série, mas não irei me delongar muito por que o objetivo não é entregar todo o ouro para vocês, mas sim deixa-los curiosos para assistir. rs

Destaque para o vilão, que além de ter um excelente ator interpretando, também tem um poder que vamos combinar, é a meu ver MUITO MAIS interessante do que os dos outros vilões que vemos por ai. É um poder que se cai nas mãos de 99% das pessoas dessa humanidade escrota, ferrou. Inevitavelmente vai ser usado para o mal. Imagina, você ter todas as suas vontades atendidas com uma simples ordem pronunciada por você? Pois é. Chegou um momento que eu me perguntei se não seria necessário TODOS os Vingadores para acabarem com esse sujeito. RS

Acho que o diferencial de Jessica Jones é a forma como a série é apresentada, que pode agradar inclusive pessoas do público que não curtem tanto os super heróis como eu. Foi uma grande sacada. Além de Jessica ser absolutamente encantadora mesmo sendo chata, difícil, teimosa, voluntariosa e orgulhosa (minha percepção). É praticamente impossível não se envolver e não torcer por ela. Debaixo daquela pose de durona tem uma pessoa com um grande coração.

Outra coisa que me agradou foram os dramas pessoais desenvolvidos em paralelo à história principal. Muito bem montados, enredados e complexos. E como eu adoro um drama, já viram né? rs. Além disso os personagens secundários tem também suas histórias particulares. É uma série bem rica.

Gostaria de acrescentar a opinião de uma amiga minha (como não pedi permissão para divulgar o nome, vou deixar como amiga mesmo), que Jessica não corresponde ao esteriótipo sexualizado das demais heroínas, como Mulher Maravilha, Mulher Gato e Viúva Negra, o que eu super concordo e que dá mais veracidade para a história.

Após uma rápida pesquisa no google… rs

ELENCO PRINCIPAL: 

Jessica Jones – Krysten Ritter.

Kilgrave: David Tennant.

Luke Cage: Mike Colter.

Jeri Hogarth: Carrie-Ane Moss

Malcoml: Eka Darville

Will Simpson: Wil Traval

Série criada por: Melissa Roserberg.

Agora é esperar ANSIOSAMENTE pela segunda temporada e que ela corresponda com as expectativas que a primeira temporada deixou.

E aí? Vocês gostaram? Querem deixar alguma opinião, comentário ou impressão? Me escreve aí 😉

 

 

Sobre “A esperança Parte I” – Franquia “Jogos Vorazes” #sessãopipoca

Bom dia!

Hoje eu volto com mais #sessãopipoca em Artes no meu e no seu blog, Letras, Artes e Panelas.

Antes de iniciar meu comentário sobre o filme em questão, gostaria de dizer que em algum momento vamos tratar da série como um todo em Letras, por que a abordagem e algumas especificidades diferem do livro para o filme. Entretanto, resolvi ir na onda da expectativa para o último filme de Jogos Vorazes, “A esperança O Final”, que estréia essa semana nos cinemas brasileiros.

Bem, no final de semana que passou eu assisti com meu marido o último filme lançado, protagonizado por Katniss Everdeen, interpretada pela linda, maravilhosa, incrível, sensacional Jennifer Lawrencer. Minha opinião é que os filmes não seriam os mesmos sem a participação dessa talentosíssima atriz. A personalidade que ela confere à personagem é autêntica e eu não consigo ler o livro sem imaginar Lawrencer. “Eu me voluntario como tributo!”. Os produtores acertaram em cheio escolhendo-a, pois para mim não teria atriz melhor para o papel.

Nesse filme Katniss está vivenciando, ao meu ver, um dos momentos mais dramáticos de sua história na série. Após o final impreciso e catastrófico dos últimos jogos, o Massacre Quartenário, Katniss é resgatada da Arena para cumprir um papel na Revolução contra a Capital comandada pelo Distrito, tido até então como aniquilado. O Distrito 13. Ela se vê obrigada a exercer um papel político central, no qual assume oficialmente a posição de “Tordo”, que será a cara da Revolução. Quando digo “obrigada”, quero dizer “sem escolha”, diante das circunstâncias. Ao mesmo tempo ela precisa lidar com suas angustias emocionais, traumas de guerra e com o medo constante que a ausência de Peeta (Josh Hutcherson) representa.

Por motivos que o spoiller não me permite revelar, a relação entre Katniss e sua irmã Prim (Willow Shields), tão afetada pelos Jogos Vorazes, ganha renovada importância tanto nos livros, como nesse filme especificamente.

O Distrito 13, que até então não tinha representação nos filmes anteriores, é muito bem desenhado, tanto na sua estrutura, como no seu funcionamento. A presidente Coin, interpretada pela também excelente Julianne Moore, faz com que a gente entre de vez nos papéis políticos que  que a história deseja transmitir.

O que eu mais senti falta no filme e que eu acho muito importante para história em termos gerais, foi da demonstração da amizade especial e íntima que Katniss desenvolve com Finick Odair (Sam Claflin). Ambos passaram por situações terríveis nos Jogos, ambos perderam para a Capital, pelo menos momentaneamente, seus entes amados. No caso de Katniss, Peeta e no caso de Finick, Annie Cresta (Stef Dawson). Ou seja, eles são muito identificados em suas tragédias pessoais. Além disso, achei que o filme poderia ter explorado mais o potencial artístico de Sam Claflin.

Concordo que o filme também não abordou de forma mais concreta a reaproximação de Katniss e Gale (Liam Hemwsworth), mas acho que a atuação do ator não colabora. Oh yes, o irmão mais novo do Thor. Rs.

Em contrapartida, na minha opinião, o ponto auge do filme é o primeiro discurso espontâneo de Katniss, após a sua primeira incursão em campo (como podem ter pessoas que ainda irão assistir o filme, não descreverei melhor essa cena). Lembro que quando revi essa cena fiquei até arrepiada.

Para mim esse é o filme mais maduro da saga, apesar de eu gostar de absolutamente todos. Sou fã da série e ela vai ser figurinha repetida aqui no blog.

Estamos todos na expectativa para um excelente filme de “A Esperança – O final” – que eu verei com muita felicidade e tristeza nos cinemas. Rs.

“Lembre quem é o verdadeiro inimigo”.

Sobre o novo 007 Contra Spectre #sessãopipoca

Olá galera boa!

Não desisti de vocês! Estou em processo de reorganizar minha agenda, que agora inclui volta as aulas da minha faculdade de História. Tenho certeza que isso inclusive vai me ajudar nos temas, na dissertação e no conteúdo do blog em vários momentos.

Como a vida não é só intelectualidade (graças a Deus! rs), hoje quero dar uma dica #sessão pipoca.

Historinha: “Mamãe e papai, que além de mamãe e papai também são namorados, conseguiram deixar o filhote com a vovó e curtir um momento casal no cinema. Mamãe adora romance e drama, papai adora fantasia e ação. Por conta do amor eles encontram algumas preferências em comum e vão ao cinema assistir ao novo filme de Bond, James Bond, com o ator Daniel Craig.

Não, não sou essa nerd e dizer a vocês: galeeeeera, assisti a tooooodos os filmes de James Bond já lançados, com todos os atores que já tiveram a honra de ocupar esse papel. Nops. Eu só vi os filmes da minha geração, com o Daniel Craig. Entretanto, digo a vocês que acho que ele cabe perfeitamente para o papel, pois pelo menos pra mim ele passa credibilidade.

Meu marido, Ronaldo Riley, que também tem um projeto muito bacana chamado “Feijoada Noturna”, com dois amigos nossos, Pedro Argôllo e Daniel Albino (que já foi assunto desse blog), estava me contando que os filmes com Craig trazem o diferencial de um James Bond mais “real”. Que sangra, que cansa, que falha, que sente. Acho que por isso eu gosto tanto dos filmes, pois gosto de uma abordagem mais humana das coisas.

Depois de tanto blah blah blah e vocês de saco cheio (mas fazia muito tempo que não escrevia aqui, então preciso me redimir rs), segue uma sinopse feita por mim rs.

“James Bond está mais uma vez com a credibilidade abalada após uma tentativa frustrada de pegar um bandidão no México. Aquela velhinha, senhora M(?), que teve um fim trágico em Skyfall (isso é spoiler?) deixa um vídeo em que pede para ele pegar esse tal bandidão e descobrir o que mais tenha para se descobrir, lhe dando um último trabalho. Depois de muitas perseguições e mistério ele conhece a filha de um outro bandidão e os dois juntos, vão tentar resolver o mistério do filme. Paralelo a isso tem um cara muito chato que quer acabar com as operações 00, substituindo por um programa que super controla as pessoas através de um incrível sistema de vigilância e o novo M (que é o ator que faz o Voldemort – ou mais precisamente – O Divo Que Não Pode Ser Nomeado, Ralph Fiennes) tem que lutar contra isso. “.

E eu JURO POR TUDO QUE É MAIS SAGRADO, que eu estava entendendo tudo na hora! HAHAHAHA

Mas sério gente, sei que estou me achando “a piadista” nesse post, mas apesar de ter achado o filme Skyfall melhor, eu gostei desse. Eu gosto desses filmes do James Bond. Prefiro do que aqueles super-heróis, com poderes sobrenaturais, fantasiados com roupas coloridas e esquisitas. rs

E abaixo segue a foto que eu tirei do cartaz que estava exposto no cinema.

084e6774-b210-495d-bf23-4b28cba04651

É isso galera. Espero que tenham gostado! Eu não tinha intenção de fazer um post “animado”, mas eu deixo o espírito criativo me guiar.

E vocês? Gostaram do filme? Bom, ruim, excelente, péssimo? Deixa aí sua opinião!

Beijos.

Bruna.

Podcast #feijoadanoturna por: @ronaldoriley @pedroargollo e @danielalbino

Olá pessoas bonitas! Boa tarde.

O post de hoje do blog é uma dica. Dica para quem gosta de informação, nerdice e diversão o/

Estou aqui para divulgar um projeto muitíssimo bacana do meu marido Ronaldo Riley e dos meus amigos Pedro Argôllo e Daniel Albino (posso ser suspeita pra falar, mas quem quiser conferir se estou sendo imparcial ou não é só acessar o link para tirar a prova): o podcast “Feijoada Noturna.” E aí vocês me perguntam: “Bruna, o que vem a ser um podcast?”. Um podcast é tipo um programa de rádio, que você ouve pela internet. E eles existem para os mais variados temas. No caso do “Feijoada Noturna” esses três amigos tem o objetivo de compartilhar de forma objetiva e bem-humorada os acontecimentos e notícias do mundo. Tem de tudo um pouco: política, economia, futebol, música…

12088407_496135477213152_1568397579534776727_n

Curtam a página do facebook no link abaixo:

https://www.facebook.com/feijoadanoturna/timeline

Para quem quer conhecer um pouco sobre essa proposta, ouça o primeiro podcast lançado:

https://www.facebook.com/feijoadanoturna/timeline

Eu não tinha contato com o mundo podcast até o “Feijoada Noturna” e realmente é ótimo. Já tinha ouvido falar desse tipo de programa, mas nunca tinha escutado um. Você pode ouvir  enquanto limpa a casa, faz um trabalho, cozinha, ou em qualquer outro tipo de atividade. Ou então simplesmente deite no sofá e se divirta!

Aliás, convido os próprios idealizadores a deixarem seus comentários convidando todos vocês para acompanharem.

Fica aí a minha dica! E vocês? Tem outra dica de podcast interessante? Se você ouviu o Feijoada Noturna e gostou diga o por quê. E se não gostou também queremos saber!

Um abraço.

Bruna.

Músicas inspiradoras para a vida! Música é vida!

Olá! Boa tarde!

Hoje em “Artes” gostaria de falar de um tema específico, pois tive uma ideia repentina. E mais uma vez tem uma historinha para explicar o porquê, claro! (rs).

Quando eu era adolescente gostava de fazer listas com minhas amigas (Laila e Gabi) sobre diversos temas. Nós escrevíamos as 10 músicas que mais gostávamos, os 10 melhores filmes, as 10 melhores bandas, as 10 melhores comidas típicas da Tailândia… rs. E aí, trocávamos os papéis e comentávamos sobre as escolhas das outras. Era bastante divertido. Pensei que podíamos fazer algo semelhante por aqui.

Enquanto ouvia música hoje, pensei em apresentar-lhes as melhores músicas que na minha opinião nos dão inspiração para pensarmos à respeito da vida. Ou seja, as músicas que considero mais marcantes para tomar uma decisão ou algo do gênero. As escolhas apresentadas não estão na minha ordem de preferência, até por que mudo de música favorita como troco de roupa.

1 – BRINCAR DE VIVER – Guilherme Arantes.

Que eu amo na voz de Maria Bethânia. “A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não”. Tem algo mais motivador e esclarecedor que isso?

2 – Imagine – John Lennon.

Um dos meus grandes ídolos na música. “Imagine todas as pessoas vivendo a vida em paz”. Parece óbvio, mas às vezes precisamos explicar o óbvio né?

3 – Eu apenas queria que você soubesse – Gonzaguinha.

Acho que todas as músicas desse cidadão poderiam entrar nessa lista (rs). “É se respeitar na sua força e fé, se olhar bem fundo até o dedão do pé.”

4 – Se eu quiser falar com Deus – Gilberto Gil.

Independente de crença ou religião, essa música nos conecta com aquilo que acreditamos. Seja Deus ou o Universo ou Zeus ou A Deusa ou A mãe natureza… enfim. Pelo menos é essa a minha interpretação e o meu sentimento. “Se eu quiser falar com Deus…tenho que aceitar a dor.” Afinal, o ser humano tem dificuldade disso né? Aceitar a dor…

5 – Deixa a vida me levar – Zeca Pagodinho.

Nem todos tem a mesma opinião que eu, sobre essa música ser indicada para se pensar sobre a vida. “Deixar a vida me levar”, pode trazer uma interpretação de que não devemos nos esforçar para alcançar nossos objetivos. Eu vejo de uma outra forma. “Aos trancos e barrancos lá vou eu, sou feliz e agradeço por tudo o que Deus me deu.” Vamos valorizar também o que possuímos né?

https://www.youtube.com/watch?v=HJzKCFxFlBY .

6 – Dom de iludir – Caetano Veloso.

Essa música merece estar nessa lista por uma única frase. “Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.” Ou seja, mais empatia, menos julgamento. Ok?

7 – Epitáfio – Titãs.

Essa música é bastante pop e está sempre nas frases prontas de auto-ajuda do facebook. Com toda razão! “Queria ter aceitado as pessoas como elas são, cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração.

8 – Assim caminha a humanidade – Lulu Santos.

Lulu Santos é um grande criador de hits que gruda na cabeça do povo. Que bom, por que suas letras podem ter um ritmo e uma levada mais acessíveis, mas tem muito a nos ensinar. “Ainda vai levar um tempo, pra fechar o que feriu por dentro, natural que seja assim, tanto pra você como pra mim”.

9 – O sol – Jota Quest.

Segundo meu marido Ronaldo, a cada dez palestras motivacionais, em onze palestras essa música toca. Ele deixou aí o seu recado! Eu gosto muito dessa música também. “E se quiser saber pra onde eu vou, pra onde tenha sol, é pra lá que eu vou”.

10 – Lanterna dos afogados – Paralamas do Sucesso.

Essa música também é super hit. Todo mundo sabe cantar. Então vamos lá. “Há uma luz no túnel, dos desesperados, há um cais no porto pra quem precisa chegar.”

E então pessoal, gostaram da minha seleção? Músicas podem nos trazer ideias brilhantes, nos ajudar a resolver problemas e podem até ajudar a pensar sobre a vida de forma mais abstrata. Tem alguma outra música que vocês colocariam nessa listagem?

Um abraço.

Bruna.